segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A JUSTIÇA DIVINA seg. O ESPIRITSMO

É isso aí pessoal, estamos na reta final para o conteúdo se consolidar em nossas mentes. Se faz necessário CORRER, PESQUISAR, LER, RE-LER, COMPARAR, EXPOR, QUESTIONAR, INTERROGAR, FAZER UM LANCHE, RECEBER UMA LIGAÇÂO DO COORDENADOR LEMBRANDO DA REUNIÂO, enfim tudo isso e muito mais, pois somos GPJovens...

"O Céu e o Inferno"
editado pela FEB (2010)
Enfim esse post "A JUSTIÇA DIVINA seg. O ESPIRITISMO" é na realidade o sub-título do conhecido "O Céu e o Inferno" e é na primeira parte, cap.7, no terceiro título o seguinte: Código penal da vida futura que iremos focar. Pois como o papo todo ficou em volta da evolução do espírito, vícios e virtudes, vamos revisar mais alguns tópicos importantes...

Espero que gostem e pesquisem!

Esse post vai funcionar da seguinte forma: São 33 tópicos que serão divididos em alguns post's. Cada post terá alguns parágrafos. Escolha um e relate O QUE TE CHAMOU A ATENÇÃO! mas tem que ser na sinceridade, estamos entre amigos!!!


Começaremos a partir de agora com o 33, 32 e 31:


33º - Em que pese à diversidade de gêneros e graus de sofrimentos dos Espíritos imperfeitos, o código penal da vida futura pode resumir-se nestes três princípios:
1º - O sofrimento é inerente à imperfeição.
2º - Toda imperfeição, assim como toda falta dela promanada, traz consigo o próprio castigo nas conseqüências naturais e inevitáveis: assim, a moléstia pune os excessos e da ociosidade nasce o tédio, sem que haja mister de uma condenação especial para cada falta ou indivíduo.
3º - Podendo todo homem libertar-se das imperfeições por efeito da vontade, pode igualmente anular os males consecutivos e assegurar a futura felicidade. A cada um segundo as suas obras, no Céu como na Terra: - tal é a lei da Justiça Divina.¹

32º - Deus, diz-se, não daria prova maior de amor às suas criaturas, criando-as infalíveis e, por conseguinte, isentas dos vícios inerentes à imperfeição? Para tanto fora preciso que Ele criasse seres perfeitos, nada mais tendo a adquirir, quer em conhecimentos, quer em moralidade. Certo, porém, Deus poderia fazê-lo, e se o não fez é que em sua sabedoria quis que o progresso constituísse lei geral. Os homens são imperfeitos, e, como tais, sujeitos a vicissitudes mais ou menos penosas. E pois que o fato existe, devemos aceitá-lo.
Inferir dele que Deus não é bom nem justo, fora insensata revolta contra a lei. injustiça haveria, sim, na criação de seres privilegiados, mais ou menos favorecidos, fruindo gozos que outros porventura não atingem senão pelo trabalho, ou que jamais pudessem atingir. Ao contrário, a justiça divina patenteia-se na igualdade absoluta que preside à criação dos Espíritos; todos têm o mesmo ponto de partida e nenhum se distingue em sua formação por melhor aquinhoado; nenhum cuja marcha progressiva se facilite por exceção: os que chegam ao fim, têm passado, como quaisquer outros, pelas fases de inferioridade e respectivas provas.
Isto posto, nada mais justo que a liberdade de ação a cada qual concedida. O caminho da felicidade a todos se abre amplo, como a todos as mesmas condições para atingi-la. A lei, gravada em todas as consciências, a todos é ensinada. Deus fez da felicidade o prêmio do trabalho e não do favoritismo, para que cada qual tivesse seu mérito. Todos somos livres no trabalho do próprio progresso, e o que muito e depressa trabalha, mais cedo recebe a recompensa. O romeiro que se desgarra, ou em caminho perde tempo, retarda a marcha e não pode queixar-se senão de si mesmo. O bem como o mal são voluntários e facultativos: livre, o homem não é fatalmente impelido para um nem para outro.¹

31º - As penas que o Espírito experimenta na vida espiritual ajuntam-se as da vida corpórea, que são conseqüentes às imperfeições do homem, às suas paixões, ao  mau uso das suas faculdades e à expiação de presentes e passadas faltas. É na vida corpórea que o Espírito repara o mal de anteriores existências, pondo em prática resoluções tomadas na vida espiritual. Assim se explicam as misérias e vicissitudes mundanas que, à primeira vista, parecem não ter razão de ser. Justas são elas, no entanto, como espólio do passado - herança que serve à nossa romagem para a perfectibilidade.¹




Enfim, vamos como disse no início ler e comentar o que mais chamou a atenção... COMENTEM e expliquem O porque na OPINIÃO DE VOCÊS... CHAMOU A ATENÇÃO....(adorei ficar aumentando essas letras heheheh)

Que Jesus nos ilumine e nos abençõe os trabalhos...

AVANTE GPJ!

Bibliografia:

¹ KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno: A justiça Divina segundo o Espiritismo. 1ª ed. Brasília: Feb, 2010. 576 p.

3 comentários:

  1. Vou começar:
    eu escolho o item 33:
    "1º - O sofrimento é inerente à imperfeição."

    porque: pois isso me faz lembrar que quando formos felizes não teremos mais imperfeições, e quando não tivermos mais imperfeições seremos Felizes!
    bjs

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  2. mas a perfeição não está infinitamente longe do ser? (visto que o progresso é infinito) :P
    até

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  3. Infinitamente longe do ser, talvez não seja a correta proposição!

    O progresso é infinito para o ser!

    Mas o que poderá vir após a perfeição?

    Será a perfeição o último degrau na escalada da vida?

    Será que após a perfeição que trará felicidade não conseguiremos observar outras estâncias com as quais nem sonháramos existir no Universo?


    Pois bem, fica aí umas questões para repensar!


    aliás vc não respondeu a proposta do Post, não é mesmo?!

    bjs e repsonde'' eheheheh

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